20 de setembro de 2017
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Liderança é tornar os outros melhores

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Crédito: Shutterstock

Por Dario Vedana

Um líder não nasce pronto. Em algum momento, descobre seu potencial de liderança e o desenvolve ao longo da vida. A crença de que grandes líderes e empreendedores nasceram prontos tem sido desconstruída nos últimos anos. O acesso à informação e pesquisas recentes têm demonstrado que competências e habilidades de liderança – e também de empreendedorismo – podem ser desenvolvidas por meio de autoconhecimento, formação, assessoramento e prática diária.

Uma vez tive contato com a definição abaixo sobre liderança. Não sei ao certo se existe um autor conhecido ou desconhecido, mas ela traduz a liderança com simplicidade e mostra o impacto de um líder.

Liderança é tornar os outros melhores, como resultado de sua presença, certificando-se de que o impacto disso permanece na sua ausência.

Procure pensar um pouco sobre suas atitudes e se você tem agido como a proposta da frase acima. O que você poderia fazer diferente para tornar melhores as pessoas que convivem com você? Faça uma lista com atitudes e ações.

Um líder ajuda as pessoas. Não importam as circunstâncias.

O vídeo que você vai ver neste link ajuda a entender a influência de um líder. Natalie Gilbert ganhou um concurso para cantar o Hino Nacional dos EUA na NBA. A emoção foi muito grande para uma menina de 13 anos. Quando ela precisou, Maurice Cheeks, ex-jogador e técnico de basquete norte-americano estava lá para…

Natalie

Como vimos no vídeo, a atitude empática de Maurice salvou a noite. Ele sabia cantar? Era afinado? Não! Essa limitação não foi motivo para ele se acomodar. O mais importante na hora era incentivar e dar o suporte para a Natalie. Ela estava sendo vaiada no momento em que ele foi ajudá-la e contagiou todo o ginásio, que continuou a cantar o hino. Natalie conseguiu atingir uma das notas mais altas e ganhou um aplauso. Maurice preparou o ambiente e trouxe segurança para a Natalie realizar o melhor que podia fazer no momento.

Você acha que a atitude do técnico Maurice Cheeks foi extraordinária ou resultado de um hábito? Como técnico de basquete, é bem provável que Maurice estivesse habituado a assessorar as pessoas, a desenvolvê-las, exatamente no momento em que elas mais precisavam de orientação, correção e mentoria para realizar os exercícios de preparação física, os passes, as jogadas ensaiadas, os arremessos inerentes ao esporte.

Aristóteles, filósofo grego, fundamenta nossa reflexão. “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito”.

REFLEXÃO

Você já viveu momentos como este, em que fez diferença em determinada situação para alguém e/ou teve alguém que deu o suporte que você precisava? Como você se sentiu? O que teria feito diferente?

Prof. Me. Dario Vedana
Coordenador do Núcleo de Empreendedorismo e Inovação Belas Artes
Professor de Empreendedorismo e Inovação da Belas Artes

Conheça o Núcleo de Empreendedorismo e Inovação Belas Artes: http://belasartes.br/nei

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