5 de junho de 2018
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McKinsey analisa o impacto das tecnologias na Economia Criativa

Imagem: McKinsey

“Como as tecnologias emergentes afetam a Economia Criativa?” é a pergunta que feita em uma pesquisa encabeçada pela McKinsey e realizada por Claudio Cocorocchia, Jonathan Dunn, Stefan Hall e Ryo Takahashi. O relatório, intitulado “Disrupção criativa: o impacto de tecnologias emergentes na Economia Criativa”, é resultado de uma pesquisa feita países da América do Norte, Ásia e Europa, além de workshops na China e Estados Unidos. Confira alguns highlights do relatório:

– O impacto da Inteligência Artificial na Economia Criativa é significativo. Um dos motivos é a análise de dados em grande quantidade, que permitem conhecer a fundo padrões de comportamento. Além disso, algoritmos estão aprendendo sobre as preferências dos usuários e fazendo recomendações personalizadas com sucesso (exemplos incluem Netflix e Spotify). O impacto ainda se estende à áreas como Publicidade e Jornalismo (já falamos sobre o assunto aqui). Isso sem mencionar a criação de conteúdo original por máquinas – incluindo música, desenhos e roteiros de filmes!

– As experiências criativas estão mudando. Realidade virtual e realidade aumentada, claro, são as tecnologias mais conhecidas nesse quesito. Contudo, há um obstáculo para o seu crescimento: a nossa dependência de “telas” está afetando nossa capacidade cognitiva e bem-estar. Antes que as “telas” se tornem grandes vilãs, companhias estão iniciando um movimento para incentivar hábitos mais saudáveis entre os usuários.

– Danger, Will Robinson! Com as plataformas crescendo e engolindo o mercado – Facebook e Google, em especial – e a criação de um conteúdo mais focado em “clickbait” do que em qualidade editorial, as linhas de manipulação da informação começam a ficar tênues.

Por isso, fica o alerta dos autores: “Para a Economia Criativa beneficiar a sociedade, as políticas dos setores público e privado devem estar alinhadas com os interesses do consumidor – algo que só pode ser conquistado por meio de conversa e colaboração.”

Para ler o resumo, clique aqui. Para ler o relatório completo, clique aqui.

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